Biografia
Júlio César de Carvalho Lima, 59 anos, casado e pai de quatro filhos, natural de Guadalupe, município piauiense com grande vocação para a agricultura irrigada e referência por sediar a produção de energia elétrica no Estado, sendo a Sede da única hidrelétrica do Piauí, a Usina de Boa Esperança.
Advogado e professor formado pela Universidade Federal do Piauí, em 1974, exerceu o cargo de Agente Fiscal de Tributos Estaduais e Procurador Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado, por onde se aposentou. Na administração pública, iniciou como secretário de Administração da Prefeitura Municipal de Teresina, em 1974; ocupando depois a sub-secretaria de Justiça e Segurança Pública do Piauí, de 1975 a 1977.
Foi prefeito de Guadalupe de 1977 até 1985, quando construiu as infra-estruturas de Água, Energia Elétrica, Telefonia, Saúde e Educação da nova cidade, após a submersão da Guadalupe velha em 1967.
Governou sua cidade natal pela segunda vez, eleito para mandato de 1989 a 1992, licenciando-se em 1991 para assumir pela segunda vez a Secretaria de Agricultura do Piauí, na gestão do então governador Freitas Neto, de quem foi coordenador geral da campanha.
Como secretário da Agricultura valorizou o mini e o pequeno agricultor e iniciou ações voltadas para o aproveitamento dos cerrados e o aumento da produção de grãos do Estado.
Ainda como prefeito de Guadalupe foi eleito para a presidência da Associação Piauiense de Prefeitos Municipais (APPM), quando realizou um grande trabalho para destacar e valorizar a entidade e o prefeito no meio político e administrativo piauiense. À época, Júlio César começou o que mais tarde se tornou a tônica de sua vida pública: a luta permanente em prol do municipalismo no Brasil, com enfoque para os municípios menos favorecidos do Nordeste e do Piauí.
Em 1994 foi eleito para o primeiro mandato de deputado federal com 68.423 votos, sendo o mais votado entre os cinco parlamentares eleitos pelo PFL no Piauí. Nos primeiros anos no Congresso Nacional, se destacou como um parlamentar voltado às causas municipalistas, especialmente pela autoria de projetos como o que transformava na Lei Complementar de Nº. 91, que instituiu o Redutor e evitou que os municípios brasileiros, que cederam população para a criação de novas cidades, tivessem drástica redução do coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios.
Em 1999 Júlio César foi nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso para o cargo de Diretor Nacional de Administração e Finanças da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), em Brasília, quando conseguiu a criação da Superintendência do órgão no Piauí, em 2000. À época, vários órgãos federais estavam em processo de desativação no Estado, de modo que a implantação da Superintendência repercutiu como um prestígio pessoal de Júlio César.
Enquanto diretor da Conab, Júlio César conseguiu para o Estado o maior atendimento em número de municípios e população beneficiados com cestas básicas do Governo Federal, sendo que os produtos para composição das cestas eram adquiridos nos municípios piauienses, o que fortaleceu a economia local e gerou emprego e renda a milhares de famílias.
No final de 2001, Júlio César retornou ao Piauí, para exercer o cargo de Presidente da empresa de Águas e Esgotos do Piauí S. A. - Agespisa, por 118 dias. Antes de se afastar para nova candidatura à Câmara Federal, Júlio César deixou sua grande marca no órgão: implantou o Sistema de Abastecimento D"água da Vila Irmã Dulce, alimentado por uma bateria de 5 poços tubulares e duas grandes caixas d"água, 7 mil ligações domiciliares, além de obras e serviços em 20 municípios. Também valorizou os servidores da empresa pagando em dia todos os seus direitos com o calendário da folha de pagamento dentro do mês.
Retornou à Câmara Federal em 2003, eleito pela coligação PFL/PSDB/PPB/PRTB/PSDC/PRP como o mais votado, com 124.987 votos, 8,5% dos votos válidos, o que conferiu ao parlamentar uma posição entre os 20 mais votados do país, em termos relativos, dentre os 513 da Câmara dos Deputados. Em 2006 é reeleito.
Desde então, Júlio César continua pautando o mandato na reivindicação das causas dos municípios brasileiros. Entre os projetos do parlamentar destacam-se o aumento de 1% do IPI e do IR para o FPM - o que significará um repasse de 2/3 da média mensal como quota extra para os municípios brasileiros, num total de R$ 1,5 bilhão por ano - e a retirada do Redutor dos coeficientes do FPM, por considerar que já foi importante no passado, mas atualmente contribui para a perda de recursos por parte dos municípios do Piauí e do país, conforme relatou no projeto de Lei Complementar de n° 219/2004.
A agricultura brasileira é também motivo para empenho permanente do deputado, que sempre pleiteia recursos para custeio e investimentos, além da defesa de projeto de lei de renegociação de débitos dos agricultores nordestinos, vítimas das sucessivas estiagens que castigam a região, ocasionando perda de safra e dificultando a adimplência junto aos bancos financiadores.
Os recursos para a construção de obras nos municípios que representa, tem também, grande empenho do parlamentar, que destaca os investimentos voltados para a produção nos cerrados, como o asfaltamento das estradas Ribeiro Gonçalves/Uruçuí, ínicio do asfaltamento de Uruçuí/Antônio Almeida/Marcos Parente, além da construção das estradas Guadalupe/Jerumenha; da ponte sobre o rio Parnaíba em Ribeiro Gonçalves e da ponte sobre o Rio Gurguéia, em Manoel Emídio, dentre outras obras.
Reeleito em 2006, o mais votado do seu partido - 84.812 votos - Júlio César aproveita a experiência dos dois mandatos anteriores para aprofundar-se nos estudos do pacto federativo e apresentar o PL-341/07, que prevê a distribuição para todos os estados e municípios brasileiros dos recursos dos royalties e participação especial do petróleo.
A Constituição diz que o sub-solo e a plataforma continental pertencem à União e é com base nesse princípio constitucional que Júlio César quer mudar a lei dos critérios de distribuição dos royalties, que privilegia exageradamente um estado e alguns municípios desse mesmo estado.
É a velha bandeira de luta de Júlio César em defesa dos entes mais pobres, dentro do pacto federativo.
Advogado e professor formado pela Universidade Federal do Piauí, em 1974, exerceu o cargo de Agente Fiscal de Tributos Estaduais e Procurador Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado, por onde se aposentou. Na administração pública, iniciou como secretário de Administração da Prefeitura Municipal de Teresina, em 1974; ocupando depois a sub-secretaria de Justiça e Segurança Pública do Piauí, de 1975 a 1977.
Foi prefeito de Guadalupe de 1977 até 1985, quando construiu as infra-estruturas de Água, Energia Elétrica, Telefonia, Saúde e Educação da nova cidade, após a submersão da Guadalupe velha em 1967.
Governou sua cidade natal pela segunda vez, eleito para mandato de 1989 a 1992, licenciando-se em 1991 para assumir pela segunda vez a Secretaria de Agricultura do Piauí, na gestão do então governador Freitas Neto, de quem foi coordenador geral da campanha.
Como secretário da Agricultura valorizou o mini e o pequeno agricultor e iniciou ações voltadas para o aproveitamento dos cerrados e o aumento da produção de grãos do Estado.
Ainda como prefeito de Guadalupe foi eleito para a presidência da Associação Piauiense de Prefeitos Municipais (APPM), quando realizou um grande trabalho para destacar e valorizar a entidade e o prefeito no meio político e administrativo piauiense. À época, Júlio César começou o que mais tarde se tornou a tônica de sua vida pública: a luta permanente em prol do municipalismo no Brasil, com enfoque para os municípios menos favorecidos do Nordeste e do Piauí.
Em 1994 foi eleito para o primeiro mandato de deputado federal com 68.423 votos, sendo o mais votado entre os cinco parlamentares eleitos pelo PFL no Piauí. Nos primeiros anos no Congresso Nacional, se destacou como um parlamentar voltado às causas municipalistas, especialmente pela autoria de projetos como o que transformava na Lei Complementar de Nº. 91, que instituiu o Redutor e evitou que os municípios brasileiros, que cederam população para a criação de novas cidades, tivessem drástica redução do coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios.
Em 1999 Júlio César foi nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso para o cargo de Diretor Nacional de Administração e Finanças da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), em Brasília, quando conseguiu a criação da Superintendência do órgão no Piauí, em 2000. À época, vários órgãos federais estavam em processo de desativação no Estado, de modo que a implantação da Superintendência repercutiu como um prestígio pessoal de Júlio César.
Enquanto diretor da Conab, Júlio César conseguiu para o Estado o maior atendimento em número de municípios e população beneficiados com cestas básicas do Governo Federal, sendo que os produtos para composição das cestas eram adquiridos nos municípios piauienses, o que fortaleceu a economia local e gerou emprego e renda a milhares de famílias.
No final de 2001, Júlio César retornou ao Piauí, para exercer o cargo de Presidente da empresa de Águas e Esgotos do Piauí S. A. - Agespisa, por 118 dias. Antes de se afastar para nova candidatura à Câmara Federal, Júlio César deixou sua grande marca no órgão: implantou o Sistema de Abastecimento D"água da Vila Irmã Dulce, alimentado por uma bateria de 5 poços tubulares e duas grandes caixas d"água, 7 mil ligações domiciliares, além de obras e serviços em 20 municípios. Também valorizou os servidores da empresa pagando em dia todos os seus direitos com o calendário da folha de pagamento dentro do mês.
Retornou à Câmara Federal em 2003, eleito pela coligação PFL/PSDB/PPB/PRTB/PSDC/PRP como o mais votado, com 124.987 votos, 8,5% dos votos válidos, o que conferiu ao parlamentar uma posição entre os 20 mais votados do país, em termos relativos, dentre os 513 da Câmara dos Deputados. Em 2006 é reeleito.
Desde então, Júlio César continua pautando o mandato na reivindicação das causas dos municípios brasileiros. Entre os projetos do parlamentar destacam-se o aumento de 1% do IPI e do IR para o FPM - o que significará um repasse de 2/3 da média mensal como quota extra para os municípios brasileiros, num total de R$ 1,5 bilhão por ano - e a retirada do Redutor dos coeficientes do FPM, por considerar que já foi importante no passado, mas atualmente contribui para a perda de recursos por parte dos municípios do Piauí e do país, conforme relatou no projeto de Lei Complementar de n° 219/2004.
A agricultura brasileira é também motivo para empenho permanente do deputado, que sempre pleiteia recursos para custeio e investimentos, além da defesa de projeto de lei de renegociação de débitos dos agricultores nordestinos, vítimas das sucessivas estiagens que castigam a região, ocasionando perda de safra e dificultando a adimplência junto aos bancos financiadores.
Os recursos para a construção de obras nos municípios que representa, tem também, grande empenho do parlamentar, que destaca os investimentos voltados para a produção nos cerrados, como o asfaltamento das estradas Ribeiro Gonçalves/Uruçuí, ínicio do asfaltamento de Uruçuí/Antônio Almeida/Marcos Parente, além da construção das estradas Guadalupe/Jerumenha; da ponte sobre o rio Parnaíba em Ribeiro Gonçalves e da ponte sobre o Rio Gurguéia, em Manoel Emídio, dentre outras obras.
Reeleito em 2006, o mais votado do seu partido - 84.812 votos - Júlio César aproveita a experiência dos dois mandatos anteriores para aprofundar-se nos estudos do pacto federativo e apresentar o PL-341/07, que prevê a distribuição para todos os estados e municípios brasileiros dos recursos dos royalties e participação especial do petróleo.
A Constituição diz que o sub-solo e a plataforma continental pertencem à União e é com base nesse princípio constitucional que Júlio César quer mudar a lei dos critérios de distribuição dos royalties, que privilegia exageradamente um estado e alguns municípios desse mesmo estado.
É a velha bandeira de luta de Júlio César em defesa dos entes mais pobres, dentro do pacto federativo.